Cabo Verde levou oito atletas à 5.ª edição da Volta a Angola, a prova por etapas mais exigente do calendário da Selecção Nacional.
Transmissão e classificações
A emissão é da organização da prova e arranca com cada etapa. Fora desse período o leitor indica que não há vídeo em directo.
Emissões anteriores
Classificações após a 8.ª etapa.
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Transmissão da organização da prova. Resultados oficiosos até homologação pelo Colégio de Comissários.
A Volta a Angola em Bicicleta é a principal competição por etapas do ciclismo angolano, organizada pela Federação Angolana de Ciclismo. Criada em 2015 e relançada em 2023, chega em 2026 à quinta edição, disputada entre 9 e 18 de Outubro.
São nove etapas e um dia de descanso, mais de 1 100 quilómetros e oito províncias atravessadas — Bié, Huambo, Huíla, Namibe, Benguela, Cuanza Sul, Icolo e Bengo e Luanda. A prova está inscrita na classe NCUP 2.2 e disputa-se segundo os regulamentos da União Ciclista Internacional.
Alinharam 102 ciclistas: equipas e selecções interprovinciais angolanas — Interclube, Jair Transport, APL, Kambas da Bicicleta do Zango, CCCK, Norte 1, Norte 2, Sul e Misto do Bié — e as selecções nacionais da Guiné-Bissau, RD Congo, Zimbabwe, Namíbia, São Tomé e Príncipe, Mali e Cabo Verde. É o pelotão mais numeroso em que a selecção cabo-verdiana alinhou esta época.
A Volta decide-se no planalto e nas rampas do sul. A 4.ª etapa, a mais curta das provas em linha, termina na subida da Umbia, com 12% de inclinação. A 5.ª acaba na Fenda da Tundavala, depois de dois prémios de montanha. A 7.ª fecha com uma subida de 14% no Sumbe, em direcção ao Paredão. E a Serra da Leba, classificada como prémio de montanha especial, é o ponto mais duro de toda a prova. Ao longo dos dez dias há mais de 20 metas volantes e cerca de 18 prémios de montanha.
A última etapa é a excepção: entre a Barra do Cuanza e Luanda, o perfil é plano junto ao litoral, sem um único prémio de montanha marcado, e termina num circuito fechado na capital.
Cabo Verde alinha como Tubarões Azuis, com os dorsais 77 a 84. A selecção dos atletas teve por base os resultados nas provas nacionais — incluindo campeões e vice-campeões nacionais — e o comportamento dos ciclistas em competição. É o primeiro compromisso internacional da selecção sob a nova direcção da Federação.
Integram também o staff, em Angola, o massagista Vânio e o assistente Bruno.
Há ainda classificação do mais combativo e classificação por equipas, esta pela soma dos três melhores tempos de cada selecção em cada etapa. Gilberto Dias, Leandro Brito e Miklos Mota, inscritos em sub-23, correm também pela camisola branca.
As fotografias da missão — partida, apresentação das equipas, equipamentos e prólogo — estão reunidas na galeria do site.
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